quarta-feira, 12 de maio de 2010
largue o verso no passeio
moinho de versos
movido a vento
em noites de boemia.
vai vir o dia
quando tudo que eu diga
seja poesia.
Leminski.
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Aqui é o universo do que não se vê, nem se toca, nem se mexe. É o universo do que se sente. É nossa clareira na floresta. Nossa praia na lua cheia. Tudo que se pensar sem pretensões. Nosso muro das abstrações.
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